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Lucilia Diniz desmistifica o que significa viver bem a vida, por dentro e por fora.
Imagine irmãos em volta da mesa, em uma situação onde uns comem muito e aos demais só restam sobras. Se tanto. De acordo com relatório divulgado, este é o retrato do mundo. Contrariando o astronauta, a Terra não é azul. E sim roxa – de fome.
Selênio contra a Covid-19 – Estudo relaciona nutriente com cura
Alimentos contra a inflamação – Fortaleça o corpo comendo melhor
Fartura de opções de alimentos nutritivos e enriquecidos, vendidos a preços estáveis e com superior padrão de qualidade.
Estes foram os requisitos para a organização do ranking dos países onde melhor se come no mundo, feito pela organização independente Oxfam.
Os números comprovam o que, de uma forma ou de outra, já sabemos.
Os países europeus dominam as 20 primeiras posições (apesar de a Austrália estar em 8º).
Mas, sem nenhuma surpresa, a parte de baixo da tabela dos países africanos, com a companhia dos asiáticos Laos, Bangladesh, Paquistão e Índia.
A Holanda foi o país que conquistou a primeira colocação.
Em segundo lugar empataram França e Suíça.
Terra do consumo e do exagero, aos Estados Unidos coube assegurar a 21ª colocação.
O Brasil, terra do desperdício e má-gestão pública, aparece em 25º.
O estudo, chamado Good Enough To Eat (“bom demais para comer”, em português).
Ele comparou 125 nações de onde foi possível obter informações confiáveis.
O resultado é o panorama da alimentação em nosso planeta – um retrato da desigualdade global.
Desigualdade que se vê escancarada, quando olhamos o ranking de perto.
Por exemplo, em países pobres como o Chade e o Irã, a comida chega a custar duas vezes e meia o valor de bens de consumo.
Isso os torna os os lugares mais caros do mundo para se alimentar.
Em comparação, os Estados Unidos são o país onde a comida é a mais barata.
A escassez é a razão pela qual Camboja e Burundi apresentam os menores índices de obesidade e diabetes do mundo.
Do outro lado estão países em desenvolvimento, onde EUA, México, Jordânia, Kwait e Arábia Saudita dominam o ranking das doenças relacionadas à má alimentação.
Ranking com 125 países com índices desde desnutrição ao preço dos alimentos
Veja a seguir a posição do Brasil em cada cenário:
Na colocação geral, o Brasil encontra-se na 25ª posição
Em relação à oferta dos alimentos
Ficamos mais longe quando o assunto é o acesso
A posição do Brasil quanto à qualidade da comida disponível
Uma posição desconfortável: número relacionado à obesidade e diabetes
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